segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Série de reportagens discute a lei que tem por objetivo aperfeiçoar e valorizar a carreira docente
wrAutor('Arthur Guimarães','','')
Arthur Guimarães
Desde que a Lei 11.738 foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em julho, uma polêmica tomou conta do mundo educacional brasileiro. Tudo porque, além de fixar 950 reais o piso salarial do Magistério, a norma obriga as redes a reservar no mínimo um terço da carga horária de trabalho dos professores contratados para atividades extraclasse. Alinhado a uma resolução de 1997 do Conselho Nacional de Educação, o Plano Nacional de Educação, de 2001, já prevê de 20% a 25% do tempo dos docentes destinado ao aperfeiçoamento profissional fora da sala de aula – nem sempre a determinação é cumprida. O aumento dessa carga para 33% fez com que a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed) reagissem, colocando prefeitos e governadores na linha de frente da batalha contra o novo texto legal.
Tudo sobre o piso
O horário extraclasse é essencial para a formação, insumo imprescindível para a melhoria da qualidade da Educação. Conheça os caminhos para aproveitar bem esse tempo. Saiba quais são os aspectos financeiros da lei e entenda por que especialistas dizem que é possível pagar o novo piso e contratar professores sem quebrar os cofres públicos. A questão jurídica é controversa. Acompanhe o histórico da tramitação da lei e a opinião de especialistas. Empresários, políticos e representantes do terceiro setor falam sobre a importância da lei como instrumento de valorização da Educação. As leis que vêm por aí. Em tramitação no Congresso, projetos podem trazer, a exemplo da lei do piso, mais mudanças estruturais na Educação brasileira.
A polêmica gira em torno de dois eixos. O primeiro é financeiro. As horas reservadas para planejar aulas, corrigir provas e estudar são encaradas como uma ameaça aos cofres públicos. Se colocado em prática, o novo modelo (que representa um ganho potencial enorme para a qualidade da nossa Educação) efetivamente exigirá a contratação de profissionais, com impactos variados, conforme o estado ou o município (uma estimativa coloca em 10 bilhões de reais por ano o investimento extra só nos estados). Para que o piso seja pago, a lei prevê que o governo federal repasse mais verbas para estados e municípios. Mas não há solução prevista para financiar a contratação de mais professores. Ou seja, será preciso negociar – e fazer valer a tão falada vontade política na hora de investir numa área que, reconhecidamente, precisa melhorar.O segundo diz respeito a uma questão jurídica – e esse é o ponto que, neste momento, ainda abre espaço para contestações, apesar de a lei já ter sido sancionada. Prefeitos e governadores afirmam que as novidades mexem nos planos de carreira docentes, o que fere a autonomia de estados e municípios prevista na Constituição. Portanto, o artigo em questão seria ilegal. Idas e vindas De início, o barulho foi forte na imprensa, com ameaças e relatórios mostrando a inviabilidade de aplicar a lei. O próprio Ministério da Educação publicou, em seu site, que o Consed havia feito uma consulta (no mínimo curiosa) sobre a possibilidade de contar como horário extraclasse o tempo que os professores gastam trocando de sala, entre uma aula e outra, de manhã ou à tarde. Passadas algumas semanas, porém, os ânimos se acalmaram. O Consed parou de ventilar o levantamento que apontava o grande rombo nas contas públicas. E negou que tenha procurado o MEC com a dúvida sobre a chance de considerar como aperfeiçoamento profissional o deslocamento dentro da escola. “Não temos documentos com esse registro”, diz a presidente da entidade, Maria Auxiliadora Seabra Resende, a Dorinha, secretária de Educação do Tocantins. Sobre os valores previstos, ela afirma que a entidade está produzindo um novo levantamento, sem data para ser divulgado, “com a situação bem mais detalhada”. E adianta: “Pensamos até em pedir complementação federal, não só para o piso, mas também para a contratação de mais professores”. Todos os envolvidos aguardam que o MEC envie à Advocacia-Geral da União (AGU) as dúvidas sobre a constitucionalidade do assunto – vale lembrar que o órgão, durante o trâmite do projeto no Legislativo, pronunciou-se pela legalidade do texto. “Os procuradores estaduais vão se reunir e elaborar o documento (com as dúvidas jurídicas)”, disse o ministro Fernando Haddad no dia 15 de agosto.
Tudo sobre o piso
O horário extraclasse é essencial para a formação, insumo imprescindível para a melhoria da qualidade da Educação. Conheça os caminhos para aproveitar bem esse tempo. Saiba quais são os aspectos financeiros da lei e entenda por que especialistas dizem que é possível pagar o novo piso e contratar professores sem quebrar os cofres públicos. A questão jurídica é controversa. Acompanhe o histórico da tramitação da lei e a opinião de especialistas. Empresários, políticos e representantes do terceiro setor falam sobre a importância da lei como instrumento de valorização da Educação. As leis que vêm por aí. Em tramitação no Congresso, projetos pode trazer, a exemplo da lei do piso, mais mudanças estruturais na Educação brasileira.
var pwa_pagination_number_pages = 1;
terça-feira, 25 de novembro de 2008
PAULO FREIRE ERA UMA DAS MUITAS PESSOAS QUE ACREDITAM QUE É ATRAVES DA EDUCAÇÃO E DA FAMILIA QUE PODEREMOS SALVAS AS CRIANÇAS DESTE MUNDO TÃO SEM AMOR E ESPERANÇA
"Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo".
“O tempo que levamos dizendo que para haver alegria na escola é preciso primeiro mudar radicalmente o mundo é o tempo que perdemos para começar a inventar e a viver a alegria”.
“Por isso a alfabetização não pode ser feita de cima para baixo, como uma dádiva ou uma imposição, mas de dentro para fora, pelo próprio analfabeto e apenas com a colaboração do educador”. "Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo; os homens educam-se entre si, mediados pelo mundo".
É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática.
Paulo Freire
É mais do que isso
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra- se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.
Hoje em dia ser Pedagogo em uma sociedade tão competitiva e consumista
não se torna uma profissão muito atraente, e realmente não é.
Pois os valores, as crenças, os princípios, os desejos estão aquém do intelecto humano.
Hoje a sociedade globalizada está muito voltada para a vida materialista.
As pessoas perderam- se no caminho da dignidade e optaram pelo atalho da competitividade,
é triste pensar assim, muito triste
pois este é o mundo dos nossos filhos
crianças que irão crescer e tornar- se adultos.
Adultos em um mundo muito poluído de idéias e sentimentos sem razão.
Adultos que não sabem o que realmente são
Alienados, com interesses voltados apenas pelo Ter e não pelo Ser.
Ser Pedagogo é ter a missão de mudar não uma Educação retorcida, mas ser capaz de transformar a sociedade que ainda está por vir.
Pode ser ideologia pensar assim, mas como Pedagogo tem a capacidade de plantar hoje nesta sociedade tão carente de valores, sementes que um dia irão florescer.
E quem sabe essa mesma sociedade que hoje é tão infértil possa colher os frutos que só a Pedagogia pode dar.
AUTISMO
O QUE É O AUTISMO?
Autismo é uma doença de causas não definidas.Embora cada pesquisador apresente sua tese, todas acabam sendo descartadas, continuando a doença a ser uma incónita.
O autista tem uma vivência estranha e pertubadora, com o corpo e objetos inanimados; apego à rotina, ausência ou fraca responsividade para com os outros seres humanos.
Apresenta severos problemas na comunicação, na comunicação, na conduta e, de certa forma,não consegue se relacionar com as pessoas.Um ser que se esconde em seu universo interior.Raranente se deixa atingir por estimulos, tornando-se incapaz de entrar em contato com universo exterior.
Individuo que se encontra numa redoma,incapaz de se comunicar com quem quer que seja,evitando que alguém penetre no seu mundo.
Definida em 1943 pelo psiquiatra austriarco, Dr.Leo Kanner, que tem dedicado incessantemente sua pesquisa em prol do autismo, hoje o problema no mundo inteiro tem sido assunto de grande importância para os pesquisadores em busca de um caminho, uma resposta.-Um médico que estava no Brasil, trazendo um estudo sobre o mesmo, afirmou que iria embora, mas não sabia ao certo se, no seu retorno ao nosso pais, traria uma solução sobre a sindrome, conhecida, ainda, como: A SINDROME QUE NÃO TEM RESPOSTA.